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A Blockchain própria da BR2EX

1. Funcionamento do protocolo da BR2EX

1.1. A CLO Blockchain foi desenvolvida com base nas seguintes restrições:

  • Ser baseada na tecnologia blockchain, com o objetivo de prover transparência e permitir pagamentos internacionais instantâneos sem intermediários;
  • Seu funcionamento propõe que a BRX LTD possui acesso total, a qualquer momento, a um conjunto de nós validadores. Nenhuma outra entidade possui o poder de alterar esse conjunto de nós;
  • Nenhuma entidade está habilitada a remover a BRX LTD o poder de definir o conjunto de nós validadores;
  • O conjunto de nós validadores pode ser alterado a qualquer momento;
  • A blockchain deve suportar smart contracts;
  • A BR2EX deve ser a moeda nativa dessa blockchain;
  • Alta escalabilidade.

Dados os tópicos anteriores, as restrições 2 e 3 já descartam o uso de qualquer protocolo que utilize algoritmos de Prova de Participação (Proof of Stake - PoS), Prova de Trabalho (Proof of Work - PoW) ou qualquer outro modelo híbrido, pois nesses modelos, os nós validadores são os que possuem maior participação ou maior poder de processamento.

Sendo assim, restaram apenas dois conceitos de algoritmos: as clássicas versões de BFT (Byzantine Fault Tolerance) e o algoritmo de Prova de Autoridade (Proof of Authority - PoA). Com isso, ao contrário das blockchains “não permissionadas” como do Bitcoin, somente nós específicos possuem permissão de participar do mecanismo de consenso.

Com a restrição 4, descartamos o uso do protocolo BFT (Byzantine Fault Tolerance), onde a mudança do conjunto de nós validadores é possível, porém, não é uma opção padrão. Caso fosse usado o protocolo BFT, quando fosse necessária a reconfiguração dos nós validadores a qualquer momento, a performance poderia ser prejudicada drasticamente.

Dadas as restrições, somente o protocolo de Prova de Autoridade atende a todas elas.

Adicionando a restrição, que determina o uso de Smart Contracts, a melhor opção então foi utilizar um fork de Ethereum com Prova de Autoridade.

1.2. Block explorer

Como explorador de blocos, escolheu-se o projeto Blackscout e foi feito um fork. A razão dessa escolha foi a maturidade do projeto e a familiaridade com as necessidades do projeto CLO Blockchain. O explorer mostra:
https://explorer.cloinvestimentos.com/

Se o hash da transação for escrito na barra de busca, será possível inspecionar a informação da transação, incluindo o remetente, o destinatário, o valor da transação, taxa dispendida, o bloco que a transação foi incluída, entre outros.

1.3. Bloco Genesis

O bloco Genesis pode ser consultado neste endereço:
https://explorer.cloinvestimentos.com/blocks/0/transactions

1.4. Transação Coinbase

A primeira transação registrada na CLO Blockchain, com o saldo inicial da BR2EX pode ser consultada neste endereço:
https://explorer.cloinvestimentos.com/address/0xc43e260fdba6b1e903e9c0277003a9944db8fc96/transactions

1.5. Wallet

Para as carteiras, foi utilizado o projeto open source MyCrypto. Optou-se por trabalhar com esse projeto, pois, é baseado no que há de mais novo em termos de tecnologia relacionada a Wallets e, por isso, é mais fácil de dar continuidade na manutenção do projeto a longo prazo.

As carteiras existentes atualmente, bem como seus respectivos endereços e saldos podem ser consultados no seguinte endereço:
https://explorer.cloinvestimentos.com/accounts

1.6. Velocidade estimada das transações

A velocidade da confirmação das transações é de 5 segundos por bloco, e pode ser consultada em:
https://explorer.cloinvestimentos.com/

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